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Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro



“É um orgulho ver o aluno sustentar uma monografia elaborada a partir dos conhecimentos adquiridos na EMERJ”, diz desembargador Cláudio Brandão

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Um grande incentivador da produção de monografias, o desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, professor emérito da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ, presidiu inúmeras bancas examinadoras de monografia. O magistrado pontuou a importância do conteúdo científico para os alunos, mas também para os professores orientadores e para a própria EMERJ.

“É um orgulho para a Escola ver um aluno sustentar uma monografia elaborada a partir dos conhecimentos adquiridos aqui. Se olharmos para trás, vemos quantos assuntos interessantes foram debatidos e quantos magistrados saíram daqui. Isso coroa o trabalho da Escola”, afirmou o professor desembargador Cláudio Brandão.

As teses de monografias apresentadas pelos alunos do Curso de Especialização em Direito Público e Privado da EMERJ podem ser iniciadas a partir do 2º ano do curso. Os trabalhos possuem um objeto de estudo claramente definido, buscam apresentar uma novidade ou uma nova perspectiva sobre um contexto, e também sugerir propostas para aperfeiçoamento dos temas em questão pela Justiça.

Os alunos que fazem a monografia têm o acompanhamento do orientador para a elaboração da sua tese e contam com o método personalizado do Serviço de Monografia (SEMON) orientados pelas professoras responsáveis Neli Luiza Cavalieri Fetzner e Mônica Cavalieri Fetzner Areal. No ano de 2018, 37 monografias foram apresentadas na Escola, com 100% de aprovação.

Após a apresentação oral da tese, a banca examinadora, composta por um presidente desembargador, um professor orientador e um professor convidado, avalia o trabalho que se aprovado, é publicado no site da EMERJ e também fica disponível ao público na Biblioteca TJRJ/EMERJ.

Livros

Algumas das teses de monografias apresentadas pelos alunos da EMERJ são indicadas pela banca avaliadora a serem submetidas para publicação em livro.

Destacam-se os livros “Omissões Inconstitucionais e seus Instrumentos de Controle”, de Eric Baracho Dore Fernandes, atualmente juiz do Tribunal de Justiça de Alagoas; “Ministério Público junto ao Tribunal de Contas”, de Monique Cheker, hoje, procuradora da República; e “O Spam e as Pragas Digitais”, de Walter Aranha Capanema, atualmente, professor da EMERJ. Todas essas obras foram teses de monografias na EMERJ.

Segundo o desembargador Cláudio Brandão, as monografias apresentadas na Escola são de alto nível: “O Serviço de Monografia (SEMON) faz um trabalho de extrema importância com o aluno e com o orientador, e algumas monografias vão muito além do que nós esperamos”, disse o desembargador.

A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro já publicou 440 monografias.

Acesse os trabalhos de monografia


27 de fevereiro de 2019

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional da EMERJ


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