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Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro



EMERJ promove evento em homenagem ao ministro Fux


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“É um privilégio e uma segurança para nós, cariocas, e para os brasileiros em geral, ter um ministro da categoria do ministro Fux no Supremo Tribunal Federal”, ressaltou o desembargador André Gustavo Corrêa de Andrade, diretor-geral da EMERJ, ao abrir as homenagens ao ministro Luiz Fux, vice-presidente do STF, nesta sexta-feira (23), na Escola.

O desembargador André Andrade iniciou o evento ao lado do desembargador Claudio de Mello Tavares, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), dos ministros do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão, Antonio Saldanha Palheiro e Sebastião Reis; e do vice-governador do Rio, Cláudio Castro.

Todos que compuseram a mesa de abertura falaram sobre a carreira do ministro e sobre admiração. O presidente do TJRJ ressaltou: “O ministro Fux é um entusiasta, sempre à frente do seu tempo”.

O ministro Antonio Saldanha Palheiro lembrou do tempo em que ele e Luiz Fux eram advogados, e destacou a produção intelectual do homenageado: “São 36 obras publicadas”.

“Sinto-me honrado com o convite para expressar o sentimento de gratidão, carinho e orgulho pela posição ocupada por este ilustre filho de nosso Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal e seu vice-presidente, Luiz Fux”, ressaltou o ministro Salomão (STJ), que ao destacar as facetas do homenageado, disse: “Julgador emérito, formador de jurisprudência e de leading cases que marcam nosso tempo presente”.

O desembargador Sylvio Capanema frisou a importância da homenagem prestada pela EMERJ, escola que faz parte da história do ministro Fux: “Essa é uma cerimônia de gratidão”.

Luiz Fux se referiu a cada um dos componentes da mesa ao agradecer a homenagem. Ele falou sobre alguns momentos da sua trajetória, contou histórias, lembrou que foi office boy e advogado, e que passou por todas as etapas da carreira até chegar ao STF. O ministro considerou: “Ser juiz é o maior apostolado a que o homem pode se dedicar neste mundo de Deus, ser juiz é, acima de tudo, ter sensibilidade humana”. Ao final do discurso, Fux se referiu a Carlos Drummond de Andrade:

“Somos do tamanho daquilo que sonhamos”, e se mostrou otimista em relação ao país: “Apesar dos sonhos desfeitos, o nosso Brasil ainda é um país maravilhoso”.

Ao final do evento, o ministro recebeu mais uma homenagem: a inauguração do seu retrato na Galeria dos Conferencista Eméritos da EMERJ.

Fux lembrou a importância da EMERJ durante entrevista aos jornalistas: “O homem quando caminha, o que vai à frente é o seu passado. E o meu passado é aqui, essa é a minha casa. É sempre importante voltar, porque foi aqui que eu formei meus valores morais, no Tribunal de Justiça do Rio eu aprendi a judicar. E aqui, na EMERJ, atuei na direção de ensino e tive a oportunidade de criar uma nova filosofia em que os juízes deveriam estudar ciências interdisciplinares”.

O evento foi coordenado pelo juiz Antonio Aurélio Abi-Ramia Duarte e pelo promotor Humberto Dalla Bernardina de Pinho, e contou com a presença do desembargador Sylvio Capanema, Luciano Rinaldi, Ricardo Couto, Cristina Gaulia, Katya Monnerat, Elton Leme, Henrique Figueira, José Muiños Piñeiro Filho, Agostinho Teixeira, dentre magistrados, outros operadores do Direito, servidores e a família do homenageado.


23 de agosto de 2019


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