Revista da EMERJ - V. 21 - N. 3 - Setembro/Dezembro - 2019 - Tomo 1

201  R. EMERJ, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, t. 1, p. 169-204, set.-dez., 2019  TOMO 1 Referências bibliográficas BADINTER, Elizabeth. The Myth of Motherhood: a historical view of the mater- nal instinct. Nova York: Souvenir Press, 1982. BEAUVOIR, Simone. O Segundo Sexo, 2 ed. Trad. Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. BIROLI, Flávia; MIGUEL, Luís Felipe. Feminismo e Política. São Paulo: Boitempo, 2014. BONELLI, Maria Glória. Profissionalismo, gênero e significados da dife- rença entre juízes e juízas estaduais e federais. Contemporânea. n. 1, jan-jul 2011, p. 105. BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina. Trad. Julia Ferreira. Lisboa: Relógio D’Água, 2013. BRASÃO, Inês. Da porta para dentro – Servilismo doméstico é uma domi- nação oculta, que subjuga e desumaniza a mulher. Revista de História da Bib- lioteca Nacional, Rio de Janeiro, ano 10, n. 113, p. 46-49, fevereiro de 2015. BUCHANAN, Ian. A Dictionary of Critical Theory . Nova York: Oxford, 2010. BUSTELO, María. Three Decades of State Feminism and Gender Equality Policies in Multi-Governed Spain . Sex Roles , Nova York, v. 70, n. 9/10, 2014. CONNELL, Raewyn; PEARSE, Rebecca. Gênero: uma perspectiva glob- al. Compreendendo o gênero – da esfera pessoal à política – no mundo contemporâneo. Trad.: Marília Moschkovich. São Paulo: nVersos, 2015. GOLDSCHEID, Julie (Org.). Gender and Equality Law . Nova York: Ash- gate Publishing, 2013. DINIZ, Debora; COSTA, Bruna Santos; GUMIERI, Sinara. Nomear feminicídio: conhecer, simbolizar e punir. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 114, p 225-239, mai./jun. 2015.

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