Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos: EMERJ promove reflexão sobre o tema com foco na educação

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Igualdade, justiça, proteção e liberdade são alguns dos princípios e valores que regem a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em vigor desde 1948, o documento surge a partir do esforço das Nações Unidas para promover a paz. Na declaração, a educação é tratada não apenas como um direito, mas como um meio para que se cumpram as diretrizes do documento. No preâmbulo da Declaração está escrito: “...que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, esforce-se, por meio do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades”.

No ano em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos, a EMERJ promoveu o encontro “ Direitos Humanos & Educação: 70 Anos de Diálogo”. O evento, elaborado pelo Fórum Permanente de Direitos Humanos, reuniu magistrados, professores, estudantes e especialistas, nesta sexta-feira, 3 de agosto, na EMERJ.

“Só existe uma palavra que nos dá esperança, e essa palavra é educação”. A partir dessa reflexão, o desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa, presidente do Fórum, abriu o evento e agradeceu a presença dos convidados. Linguagem, diversidade, cultura da paz, políticas e ações afirmativas, cidadania, trabalho e mediação escolar foram os temas abordados nas palestras.

“Como educadora, eu acredito na capacidade do aperfeiçoamento das pessoas por meio da educação integral, humanista, que pensa em todas as dimensões humanas. É preciso um investimento na educação pública de qualidade para que as pessoas sejam multiplicadoras do conhecimento dos próprios direitos”, disse a professora Daniela Bogado, do Instituto Federal Fluminense (IFF).

Para o professor Décio Nascimento Guimarães, agente de capacitação da EMERJ, é preciso a participação de todos: “O caminho para uma educação que contemple todos e esteja alicerçado nos princípios da diversidade é construído por todos nós, e esse caminho não é governamental, mas parte principalmente dos movimentos sociais”.

Participaram do encontro os professores Patrícia Teles Alvaro, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ); Margareth Vetis Zaganelli e Gustavo Henrique Araújo Forde, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); e Shirlena do Amaral, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). A psicóloga escolar Gisele Pessin; a juíza Maria do Socorro Almeida de Souza, do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (TRT/MA); e o juiz Paulo Assed Estefan, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), também apresentaram painéis sobre o tema.

Ao final do evento, o professor Décio Nascimento Guimarães recebeu os convidados para o lançamento do livro “Educação e Diversidade: Diálogo Intercultural”, organizado por ele e pela professora Bianka Pires André.

03 de agosto de 2018

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional da EMERJ



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