Alunos avaliam a participação no Curso de Formação de Formadores na EMERJ

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“O que vivenciamos aqui no FOFO vamos levar para a vida acadêmica e também para a atividade judicante. O juiz, assim como o professor, é uma autoridade, um exemplo. Ele precisa mostrar que tem o controle da situação, mas consciente de que assim como os alunos são os protagonistas do aprendizado, os jurisdicionados são os protagonistas da nossa função judicante, da nossa função judicial”. A declaração é do juiz Daniel Konder, titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, de Valença, ao avaliar o Curso de Formação de Formadores (FOFO) Nível 1 - Módulo 1, da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM), na EMERJ.

Nesta quinta-feira, 17 de maio, os professores trataram da organização do trabalho pedagógico, com o planejamento da aula, e os alunos fizeram uma avaliação do curso e dos formadores.

“Na minha percepção, o FOFO muda a própria visão do ensino, a visão do professor em relação ao aluno. Nós aprendemos que é necessária a ‘ensinagem’, que é o ensino com a aprendizagem. Aprendemos que a ‘decoreba’ já não se encaixa nos padrões modernos, que o aluno deve construir o seu próprio pensamento”, destacou a juíza federal Caroline Figueiredo, da 7ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Para a juíza federal Rosângela Lúcia Martins, da 14ª Vara Cível da 2ª região, o aprendizado do FOFO vai além das salas de aula: “Você humaniza o ensino e humaniza as relações de trabalho. Você vê o quanto pode dar espaço, por exemplo, para os servidores te auxiliarem na administração, na gerência da Vara, na resolução de problemas, porque todos têm muito a ensinar. É abrir espaço para o debate para a construção de um relacionamento mais próximo, mais humanizado”.

A advogada Joênia Batista de Carvalho, indígena wapixana, de Roraima, que atua na defesa dos direitos dos povos indígenas, ressaltou: “Para mim, além de ser uma oportunidade profissional, o FOFO é uma oportunidade de formação para quem quer levar ao conhecimento dos novos juízes a situação dos povos indígenas no Brasil. Os direitos indígenas são pouco discutidos, mas abrangem outras áreas como a questão ambiental, a questão da cultura, o Direito Internacional”.

O FOFO foi uma iniciativa do Departamento de Aperfeiçoamento de Magistrados (DEAMA), da EMERJ. Foram três dias de ação formativa, com 24 horas-aula e 48 alunos inscritos, a maioria magistrados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Espírito Santo, do Rio Grande do Norte, do TRF 2 e do TRF 3. Entre os formadores estavam três promotores, dois antropólogos, uma advogada e uma servidora.


17 de maio de 2018

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional da EMERJ.



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